DIÁRIO DE BORDO

A poética de um novo ciclo

 

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“Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente.”

– Autor desconhecido.

 

O tempo já foi objeto de muita poesia, talvez mais por seu traço abstrato do que àquele tão cuidadosamente subdividido pela humanidade. Para o autor do poema é a invenção dos ciclos que o concede o poder magico de renovação.

 

De fato, essa subdivisão também tem seu caráter de poesia, ao passo que nos concede esperança em um simples alterar de ponteiros. E vibramos por mais um ciclo porque conosco sempre mora a força de fazer acontecer o que não coube na passagem anterior, mas jamais deixou de figurar nossos sonhos.

 

Abrimos alas, pois, para 2018! Não deixaremos de nos renovar nesse ciclo, é sempre preciso, porém vamos levar conosco 2017 e os outros 12 anos de projetos como a Caravana do Esporte e a Caravana das Artes. Iniciativas que se abrem sem medo para a inovação, sem deixar de valorizar histórias e raízes, tudo aquilo que aprendemos viajando o Brasil pela educação.

 

Nunca deixamos de acreditar no poder transformador de nossas valiosas ferramentas: esporte e artes. Nossas metodologias seguem conosco no novo ciclo que se abre, fortalecido pelo engajamento das pessoas e por um movimento que faz crescer uma educação mais humanitária. Somamos crianças impactadas e professores capacitados, embora gostamos mesmo é de enfatizar os sorrisos, a alegria de cada momento no brincar e no aprender.

 

São eles, os sorrisos com esporte e arte educacionais, nossa meta todos os anos!

 

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